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Entre o senso e o bom senso

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Na última sexta-feira (29), o GDF publicou decreto que estabelece o retorno 100% presencial da rede pública de ensino, e na mesma data de publicação do decreto a secretarias de Educação (SEE) e de Saúde (SES) ,anunciaram um conjunto de ações preventivas para a normalização das atividades de mais de 460 mil estudantes, a partir desta  quarta (3/11).

No entanto a medida foi recebida com resistência pela categoria da educação. E hoje (03) pela manhã, o Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) mobilizou um ato contra o retorno das aulas  , no Edifício Phenícia, localizado no Setor Bancário Norte.

Cerca de 100 profissionais da Educação participaram do protesto -  (crédito: Ed Alves/CB/D.A. Press)
(crédito: Reprodução Ed Alves/CB/D.A. Press)

 

O ato contra o retorno das aulas 100% presencial fica numa linha tênue entre o senso e o bom senso. Num momento em que a taxa de transmissão no DF é inferior a 1, o que representa  que a pandemia  no DF está estabilizada , e  a  Secretária de Educação e de Saúde conjuntamente definiram critérios para o retorno das aulas 100% presencial . Confira  algumas das medidas estabelecidas pela portaria:

↳ O turno letivo será de quatro horas diárias até o término do ano letivo de 2021, exceto na educação especial;

↳ Será autorizada a ocupação da capacidade máxima de transporte escolar, observados os critérios sanitários, com uso obrigatório e correto de máscaras e garantida a ventilação natural, não sendo necessária a aferição de temperatura corporal;

↳ As atividades de coordenação pedagógica serão realizadas na unidade escolar, respeitado o distanciamento, o uso obrigatório e correto de máscaras e garantida a ventilação natural do ambiente;

↳ A modalidade remota de ensino será mantida para estudantes e profissionais da educação que estiverem em isolamento em razão de adoecimento por covid-19 ou em quarentena devido ao contato próximo com caso confirmado da doença. O mesmo vale para estudantes que se enquadrem em critérios médicos específicos.

Outro ponto que se deve pontuar é que o governo e os gestores locais não seriam levianos de expor ao risco de contaminação  tanto os alunos  como os profissionais da educação. E além disso o DF segue  a tendência de outro estados que também retomarão nessa quarta (03) as aulas 100% presenciais, a exemplo de São Paulo e Paraíba.

A retomada das aulas 100% presenciais é uma decisão assertiva e que tem um impacto positivo no rendimento e aproveitamento escolar dos estudantes, que  em muitos casos tiveram baixo rendimento escolar na modalidade remota.

Na  coletiva da última sexta (29/10) a secretaria de educação do DF Hélvia Paranaguá afirmou  que “O principal motivo de estarmos aqui é garantir aos nossos estudantes o direito ao aprendizado. Teremos 30 dias para planejar o nosso ano letivo de 2022”.

A secretária ainda frisou que, “Não podemos deixar essa geração ser perdida, é para eles e por eles que trabalhamos”.

 

Da Redação

 

 

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