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InícioBrasilIbaneis defende que governo federal cobre passaporte da vacina em aeroportos

Ibaneis defende que governo federal cobre passaporte da vacina em aeroportos

Governador pontuou que, no Exterior, sempre é cobrado de brasileiros o passaporte pediu a Queiroga e Bolsonaro que reavaliem a decisão

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O governador do DF  Ibaneis Rocha defendeu nesta quarta-feira (8) ,a adesão ao chamado passaporte da vacina para viajantes. Para Ibaneis, seria necessário  que o governo federal reavalie a decisão.

O governador entende que a exigência do comprovante de vacinação é necessária para estrangeiros e brasileiros que chegam de fora do país. “Aqui [no Distrito Federal] nós temos um nível de vacinação próximo a 80% da vacinação completa e, com isso, vamos ter o que se chama de imunidade de rebanho. Então, não vejo necessidade de [comprovante de vacinação aqui, mas no ingresso ao Brasil acho que seria necessário”, pontuou.

Ibaneis Rocha em lançamento de pré-candidatura de Simone Tebet à Presidência da República
Arthur Menescal/Especial Metrópoles

Ibaneis pediu ainda que o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e que o presidente Jair Bolsonaro revissem a decisão. “Para entrar em qualquer país do mundo é cobrado da gente (brasileiros) comprovante de vacinação e teste PCR. Acho que nós podemos adotar até como princípio da reciprocidade”, opinou o governador. As declarações foram feitas  durante a chegada ao evento do MDB, que oficializou hoje o lançamento da pré-candidatura da senadora Simone Tebet (MDB-MS) à Presidência da República.

Passaporte da Vacinação

O passaporte da vacina para viajantes é defendido por especialistas dada a rápida disseminação da variante ômicron.  Onde já há casos confirmados no DF.

Na terça (7), o ministro da Sáude Marcelo Queiroga havia dito que o Brasil não deve cobrar comprovante de vacinação contra a covid-19 para quem vem de fora do país. O ministro disse que esta decisão segue a linha que o governo federal vem adotando desde o início da pandemia. “Às vezes, é melhor perder a vida que perder a liberdade”, disse o ministro, fazendo referência  a fala  do presidente Jair Bolsonaro (PL).

A decisão contraria as orientações da  Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que, na semana anterior, sugeriu ao governo que cobrado o comprovante vacinal a viajantes. A sugestão  da agência era evitar a circulação da variante Ômicron no Brasil como tem ocorrido em outros países.

 

Redação  Mídia Alternativa

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