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Voto :estratégia, matemática e escolha

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Com as mudanças nas   regras eleitorais uma das principais mudanças que passam a conta valer nas eleições desse ano é o fim da coligação nas eleições proporcionais.

Na prática os partidos não poderão fazer mais parcerias entre si, para formarem a chamada legenda. Cada sigla partidária deverá apresentar uma lista com seus candidatos à Câmara dos Deputados e Câmara Legislativa. Com a nova regra à disputa para alcançar é por conta própria, para bater o quociente eleitoral (o número mínimo de votos para eleger seu representante).

A perspectivas é que no pleito de 2022 haja redução no número de partidos com representação nas casas legislativas e, também, um favorecimento aos grandes partidos e às novas federações em contraposição aos partidos de pequenos e médios porte.

Além disso, a tendência é de que haja redução do número de partidos que conseguirão alcançar a cláusula de desempenho, que passa de 1,5% para 2% do eleitorado, o que ocasionaria a exclusão desses partidos do acesso aos recursos do fundo partidário e ao horário eleitoral gratuito.

No caso do Distrito Federal, matematicamente e estrategicamente falando sete partidos ou federações tem condições reais de cumprir o quociente eleitoral para deputado federal.

As siglas partidárias que tem esse potencial são:  PP, PL, Republicanos, União Brasil, MDB, PSB e a federação PT-PV-PCdoB. Vai ser uma disputa e tanto para oito vagas.

Vale destacar que esses partidos disputam 8 cadeiras na Câmara federal e 3 destas siglas partidárias tem chance de fazer 2 nomes para deputado federal.

 

Da Redação

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